Instrumentos - Orgão

Orgão

O órgão electrónico (português europeu) ou eletrônico (português brasileiro) (AO 1990: eletrónico / eletrônico) é um instrumento musical destinado a substituir o órgão, mas cujo som é produzido integralmente através de meios eletrónicos.

Os órgãos eletrónicos começaram a surgir na década de 1970, aproveitando as mesmas inovações que se iam aplicando ao sintetizador. Com o desenvolvimento da tecnologia eles se foram tornando cada vez mais complexos, com possibilidades de imitação de vários instrumentos (e não apenas de órgãos), dotados de uma secção rítmica e, com o advento da tecnologia digital, foram dotados de uma memória que permitiu que tivessem uma secção com um arranjador (que permite efetuar automaticamente um acompanhamento completo) e/ou um sequenciador. Na década de 1980, versões destinadas ao grande público (incluindo crianças) foram criadas para uso doméstico, desenvolvendo-se no instrumento que é hoje conhecido como teclado electrónico ou simplesmente teclado.

A designação órgão eletrónico é às vezes incorretamente aplicada ao órgão elétrico ou ao órgão eletromecânico. Mesmo assim, alguns modelos de órgãos electrónicos modernos destinam-se especialmente para imitar (visual e acusticamente) os antigos órgãos eletromecânicos (por exemplo, os novos modelos CX-3 e BX-3 da Korg, a série XB da Hammond–Suzuki, a série VK da Roland, etc). Esses novos instrumentos são apelidados em inglês de clonewheel organs.

Conselho úteis para o estudo do Hinário 5 de orgão

- Leia com atenção as Instruções contidas no Hinário de Órgão.

- Ao estudar o novo Hinário, procurar firmar as pontas dos dedos no fundo da tecla, deixando-os bem arredondados. Conservar o punho alinhado. Tocar dessa forma traz segurança e controle nas passagens de dedilhado e mostra uma boa postura de mão.

- Estudar cada hino lendo, sem pressa, observando as mudanças indicadas; de preferência faça com mãos separadas.

- Atenção: quando estudar com as duas mãos, não despreze a leitura da mão direita; ocorre que por causa das mudanças na harmonia, a tendência é fixar a atenção na mão esquerda, o que nos leva a errar a melodia.

- Mesmo com a inclusão da pedaleira, no início aconselhamos às irmãs estudarem muito bem as duas mãos (soprano, tenor e baixo), para depois acrescentarem a pedaleira e, aos poucos, o contralto. Temos uma memória auditiva e tátil que nos leva a tocar como no H4 e não percebemos pequenas mudanças. Por isso, o estudo deve ser feito de forma tranquila, lendo com atenção, fazendo muitas repetições principalmente nas passagens difíceis. Quando sentirem segurança, estudar com a pedaleira. É importante o estudo dos livros indicados.

- Contar os tempos mentalmente é fundamental para um bom desempenho, observando bem os valores corretos das figuras.

- Seguir a sequência orientada nos folhetos distribuídos na Reunião Anual de Encarregados e Examinadoras (Jan/2013), para melhor aproveitamento do seu estudo.

- Este dedilhado foi elaborado para se tocar o mais ligado possível numa leitura organística de música sacra. Podem ocorrer passagens muito difíceis, dependendo do tamanho da mão ou mesmo agilidade (técnica), porem este dedilhado é uma sugestão e pode ser adaptado e mudado (de acordo com a mão da organista) nos pontos críticos, trocando o dedilhado ou anulando alguma nota para facilitar o desempenho.

- Lembramos que as introduções foram facilitadas para o favorecimento de uma boa execução.

- Para ajudar, no momento de tocar a Introdução, vale ter anotado em cima do hino, o nº e título referente ao do Hinário 4.

- Outra ajuda é circular as notas da pedaleira diferentes do baixo da mão esquerda.

- Dispomos de uma lista dos Hinos Novos e com Melodia Alterada, na ordem progressiva de dificuldade. A saber:
Fáceis : 49 – 207 – 252 – 235 – 1 – 314.
Média Dificuldade : 411 – 385 – 365 – 260 – 96 – 193 - 400 – 36 – 210 – 375 – 395 - 190.
Difíceis : 44 – 401 – 387 – 146 – 428 – 312 – 6 – 357 - 306 – 232 – 368 – 480 – 24.
Muito Difíceis : 364 – 407 – 404.

- Ao tocar com contralto, o dedilhado marcado fica inválido. Temos hinos no contralto com 8ª e 9ª; neste momento pode-se tocá-lo na mão esquerda com o tenor e baixo ou então subir, se ficar agradável com o soprano.

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